Postado por Cássio Fabre sexta-feira, 9 de agosto de 2013 às 09:46
Bom pessoal, nessa volta não vamos ter um tutorial. Teremos uma questão que é muito pertinente, se você gosta de jogar (grande maioria das pessoas) jogos de PC: Realmente vale a pena comprar jogos na Steam?

Antes de mais nada, precisamos saber o que é a Steam e qual a sua finalidade. Faça uma visita à loja da Steam para entender um pouco melhor o que está adiante.

Steam é a maior loja virtual de venda de jogos para computador do mundo e, há pouco tempo, passou a vender softwares também. Mas apesar de ser uma loja internacional, há não muito tempo a Steam só vendia seus produtos em Dólar (US$) ou Euro (£), o que era um grande empecilho para compradores do Brasil, por exemplo.

Para comprar um game na Steam, era necessário ou ter uma conta no PayPal, ter cartão de crédito internacional ou se arriscar comprando dinheiro virtuais em sites que os prometiam a um custo não tão alto, o que na maioria das vezes era calote. Mas isso mudou em 2013, quando a empresa resolveu expandir seus domínios a outros lugares, como nosso querido país (para nossa alegria). A Steam fechou parceria com o BoaCompra para vender seus produtos em Real (R$) e aceitar meios de pagamento nacionais como boleto bancário, pagamento via plataforma online dos bancos, cartões de crédito nacionais, entre outros.

A Steam promove anualmente duas grandes feiras de liquidação: nas férias do verão americano, em junho e julho, e no natal. Jogos ganham descontos absurdos em seus preços normais, tendo de 50% a até 85% de desconto. Para você que não entende muito de porcentagem, um jogo que custa normalmente R$ 10,00 nessas promoções poderiam custar de R$ 5,00 até R$ 1,50. Sim, é isso mesmo, um real e cinquenta centavos. Claro que descontos abaixo de 50% também aparecem e normalmente nas franquias mais badalas, como Call of Duty, Far Cry, BattleField, etc. Hoje o GTA IV está custando R$ 29,99 e eu o comprei nessa última liquidação por R$ 7,50, em um total de 75% de desconto.

E se mesmo assim o seu problema é não ter como comprar, mesmo nessas grandes promoções, existem alternativas na própria Steam para você: os jogos Free To Play ou Gratuitos Para Jogar. Esses jogos são disponibilizados pelos desenvolvedores absolutamente "de graça". E eu coloquei entre aspas porque para progredir dentro do jogo,em algum momento você precisará comprar itens para seu personagem com dinheiro de verdade, o famoso cash. Na Steam, os mais jogados sem dúvidas são Team Fortress 2, Warframe, BlackLight: Retribution e a pouco tempo Dota 2 também se tornou FTP.

Agora que conhecemos a Steam, vale realmente a pena investir nosso rico dinheirinho nos games que ela disponibiliza?

Antes de chegarmos à conclusão final, vamos fazer um pequeno PRÓS x CONTRAS.


Agora, para analisar se vale a pena ou não comprar jogos na Steam, precisamos saber que existem dois tipos de pessoas: as que querem jogar, mas não querem gastar e as que não ligam de gastar um pouco para ter original.

Eu sou meio termo... Eu não compro um jogo sem antes te-lo jogado, afinal não vale a pena dar X reais em algo que você não vai usar. Então primeiro eu baixo os jogos piratas mesmo e depois eu vejo se vale a pena compra-los ou não. E normalmente eu só compro jogos multiplayer, mas isso é algo pessoal. Eu vi já perfis na Steam de caras com mais de 1.000 jogos na conta. Eu não compro jogos sigleplayer porque depois de zerar o game, ele vai ficar la largado para a posteridade até você querer ressuscitá-lo ou então deixar alguém jogar na sua conta.

Mas o fato é que de longe vale muito a pena comprar jogos na Steam, isso se você não for o primeiro tipo de pessoa.

E você, o que acha? Vale a pena, compensa? Comente falando o seu pensamento a respeito desse assunto. E se você já tem um perfil na Steam, visite o meu perfil e me adicione lá como amigo, que sabe agente joga um pouco juntos.
Postado por Cássio Fabre terça-feira, 30 de julho de 2013 às 06:45
E ai pessoal, beleza?

Bom, venho por meio desta pedir desculpas a nossos visitantes pela falta de postagens nas últimas semanas. Fiquei sem internet neste período e, por este motivo, não pude fazer postagens aqui no SobMedida.

Gostaria, desde já, pedir a compreensão de todos e reafirmar que estamos realmente precisando de autores para postar aqui no blog. Se você tem interesse, CLIQUE AQUI, veja os requisitos e siga as instruções.

Continuem visitando o blog, em breve mais tutoriais com a qualidade que vocês já conhecem.

Novamente, desculpas. Obrigado.
Postado por Cássio Fabre terça-feira, 2 de julho de 2013 às 11:36

E aí pessoal, tudo certo? Voltando com mais um tutorial para vocês. Hoje aprenderemos a criar botões apenas com HTML e CSS. Se não me engano, já até comentei isso em outro post, mas não dei muita atenção pois não era o foco naquele momento.

A logística da aula de hoje será: aprenderemos a criar o botão e depois faremos um menu horizontal com o que aprendermos neste momento. Simples! Por falta de opção no momento, estarei usando o Bloco de Notas do Windows (sim, eu sou ninja). Então abra seu editor de código favorito e mãos à obra.

O modelo que seguiremos é este abaixo
botão

Mas a pergunta: Por que usar este procedimento e não simplesmente criar um botão no Fireworks, por exemplo, e colocar a imagem? Não seria muito mais prático? 

Em parte isso é verdade, mas como diz minha mãe: O barato pode acabar saindo caro. O que quero dizer com isso é que se você infestar seu site de imagens, além de ficar algo não muito natural, o site ficará extremamente pesado. Ou seja, quanto menos imagens você utilizar, melhor. Isso sem contar o conhecimento adquirido quando se utilizar essa técnica.

Abaixo o código do botão acima. Não há nada já que não tenhamos visto. Primeiro o HTML:
<a href="#" class="bottom">Botão</a>
Agora o CSS:
a.bottom{
margin: 10px auto;
text-decoration: none;
color: #000;
padding: 5px 10px;
border-radius: 5px;
-webkit-border-radius: 5px;
-moz-border-radius: 5px;
background: #ddd;
color: #111;
font-family: calibri;
text-transform: uppercase;
font-weight: bold;
}

a.bottom:hover{
background: #f90;
color: #fff;
}

O que gostaria de falar desse código é a pseudo-class :hover. Este é o evento no CSS que indica "ao passar o mouse", ou seja, quando posicionarmos o cursor em cima do elemento (no caso) a.bottom ele terá um background laranja e o texto terá a cor branca. As configurações que não forem citadas no :hover não terão alteração em relação ao elemento no estado comum que no caso são as configurações feitas no a.bottom. Isso significa que a fonte continuará sendo a Calibri, sendo escrita em uppercase (caixa alta ou "Caps Lock") e negrito. As outras tags CSS são muito intuitivas e não necessitam de muita explicação a respeito.

Agora vamos ao nosso menu horizontal criado com botões. Só para constar, este não é o meu estilo de menu favorito, mas nunca se sabe quando será necessário utilizar-se deste tipo de layout.
Abaixo o código que utilizei. Primeiro o HTML:
<div class="post-menu">
    <ul>
        <li><a href="#">Home</a></li>
        <li><a href="#">Link 1</a></li>
        <li><a href="#">Link 2</a></li>
        <li><a href="#">Link 3</a></li>
        <li><a href="#">Link 4</a></li>
    </ul>
</div><!-- .post-menu -->
Agora, abaixo o CSS.
.post-menu{
width: 98%;
height: 45px;
border-radius: 10px;
-webkit-border-radius: 10px;
moz-border-radius: 10px;
margin: 0 auto;
}

.post-menu ul li{
display: inline;
}

.post-menu ul li a{
text-decoration: none;
color: #111;
font-family: calibri;
text-transform: uppercase;
float: left;
padding: 5px 10px;
background: #dfdfdf;
margin-top: 7.5px;
margin-right: 5px;
border-radius: 5px;
-webkit-border-radius: 15px;
moz-border-radius: 5px;
font-weight: bold;
}

.post-menu ul li a:hover{
background: #abcdef;
color: #fff;
}
Bom, pessoal... É isso. Agora, deleite-se, mexa nas configurações para saber onde cada tag CSS está mexendo e, acima de tudo, DIVIRTA-SE!
Postado por Cássio Fabre sexta-feira, 28 de junho de 2013 às 21:03

E ai galera, beleza? Demorou, mas saiu. Chegamos à Parte 4 da nossa série Aprenda HTML e CSS na Prática. No vídeo abaixo aprenderemos a criar o slider que fará parte do nosso site. Hoje em dia, a maioria absoluta dos sites tem algum tipo de slider, não necessariamente nesse mesmo estilo que vamos criar abaixo.  Para fazer o procedimento do vídeo, utilizaremos o JQuery e o plugin JQuery Cycle, como prometido no mesmo, abaixo o link para download dos arquivos.
Atenção: A senha para descompactar o arquivo, está na descrição do mesmo, do lado direito.

OBS.: Para desbloquear o link do download, é necessário clicar nas propagandas. Não contém vírus e, como não cobramos nada aqui, é um modo de manter o site, afinal, em breve estaremos indo para um servidor pago. Então faça o possível para nos ajudar. Obrigado.


Abaixo o vídeo



Postado por Cássio Fabre terça-feira, 25 de junho de 2013 às 11:04


E ai pessoal, tudo certo? Semana passada não houveram posts, se não estou enganado. Mas não foi porque não quis postar, mas tive um problema na hora de upar o vídeo da Parte 4 da série Aprenda HTML e CSS na Prática. Mas se tudo der certo, hoje ainda conseguirei colocar o vídeo aqui pra vocês. Mas por agora nosso assunto é apenas o CSS. Hoje aprenderemos a trabalhar com as pseudo-classes first-child, last-child e as intermediárias ("second-child", "third-child", ...), que fogem a este padrão. Bom, abra seu editor de código predileto e mãos à obra.

Quando falamos em first-child no CSS, estamos nos referindo exatamente ao que o termo sugere: o primeiro filho ou, no caso, a tag filha.

Bom, a primeira coisa que temos que ter em mente é que essas pseudo-classes se aplicam a qualquer coisa dentro do código HTML. Elas vão formatar a tag que você configurar e não aleatoriamente. O que isso significa? Que você terá que dizer ao CSS qual tag ele vai formatar. Vamos a um exemplo para melhor entendimento. Suponhamos o seguinte código, dentro da tag body:
<div id="teste">
    <p>TESTE 1</p>
    <p>TESTE 2</p>
    <p>TESTE 3</p>
</div>
Agora vamos colocar o seguinte CSS:
#teste p:first-child{
background: #159357;
}
Muito fácil de entender: temos um HTML simples e no CSS estamos dizendo para o navegador o seguinte:
Olha cara, você vai pegar a primeira tag <p> que estiver dentro da <div id="teste"> e vai colocar um plano de fundo verde.
No caso, a primeira tag <p> é a que tem escrito TESTE 1 dentro. E assim funciona também com a last-child. A única coisa que vamos mudar é no CSS de first-chil para last-child. Faça isso e veja a diferença. Legal, né?!

Uma coisa muito importante a se observar é em qual tag você vai colocar a pseudo-class. No exemplo acima, estamos tratando a tag <p> que é a tag de Parágrafo. Mas se por acaso você tivesse colocado a pseudo-class na #teste o efeito seria diferente, compreendendo toda a extensão do container. Vamos a um exemplo deste tipo, escreva o seguinte HTML dentro do body.
<div class="teste">
    <p>Teste 1</p>
    <p>Teste 2</p>
    <p>Teste 3</p>
</div>


<div class="teste">
    <p>Teste 4</p>
    <p>Teste 5</p>
    <p>Teste 6</p>
</div>
Agora vamos colocar o seguinte CSS:
.teste:first-child{
background: #159354;
}
Dessa vez dizemos ao nosso navegador:
Agora, meu camarada, você vai pegar a primeira <div class="teste"> que tiver dentro do HTML pintar toda ela de verde.
Faça o teste!

Isso funciona para qualquer coisa. Mais um exemplo para você entender melhor: suponhamos que queiramos pintar a primeira div que estiver no corpo do nosso código, independendo da id ou class dela, como vamos fazer? Vamos continuar com o mesmo HTML do exemplo acima, e apenas modificar o CSS para este:

body div:first-child{
background: #159354;
}

Troque novamente o first pelo last-child para ver a diferença. Se quiser que esta formatação se encaixe em outra tag como ul, li, p, tr, td ou qualquer outra basta substituir o div pela tag de sua preferência.

Ok, sabemos configurar a primeira tag filha e também a última, mas e as intermediárias? A segunda, terceira e outras que eventualmente possam ter? Bom, não existe uma pseudo-class second-child ou third-child. Então, como faz? Para esses casos existe duas formas que podemos utilizar para que funcione corretamente. Vamos pegar o HTML abaixo como exemplo:
<div class="teste">
    <p>Teste 1</p>
    <p>Teste 2</p>
    <p>Teste 3</p>
    <p>Teste 4</p>
</div>
Agora vamos ao CSS:
.teste p:nth-child(2){
background: #111;
color: #fff;
}
A pseudo-class nth-child trata de todas os "filhos", intermediários ou não, que no caso é o segundo identificado por (2). Basta você substituir o número pelo número de ordem do elemento que você quer formatar. Por exemplo, se quisermos trocar a cor do texto do <p>TESTE 3</p> basta fazermos isso:
.teste p:nth-child(3){
color: #888;
}

Como dissemos "intermediários ou não", isso significa que você pode utilizar esta forma para tratar da first-child também, substituindo o número entre parênteses por (1).

Em relação ao last-child, apesar de funcionar, não é aconselhável utilizar esta forma pois você teria que trocar o número manualmente no caso de colocar mais um elemento. Por exemplo, se você colocasse mais um <p>TESTE 5</p> dentro da <div class="teste">, e já tivesse uma formatação para o last-child que, no caso, é o  "TESTE 4" e passou a ser o TESTE 5, utilizando a pseudo-class nth-child(4), teria que substituir o (4) por (5), o que não é muito interessante, não é mesmo?

A outra forma de fazer isso, é "somando" as tags da seguinte forma:
.teste p:first-child + p + p{
background: #111;
color: #fff;
}
Neste caso, o navegador vai aplicar as configurações à tag <p> de número 3. Mas como assim? O navegador vai começar a somar a partir da pseudo-class que estiver antes do primeiro mais (+). No caso, a pseudo-class é a de número 1 (first-child) e são somados mais dois p, dando um total de "3p", ou seja, a "third-child". Isso é matemática básica. Claro que você pode somar a partir de outros números, como a partir da segunda tag, por exemplo:
.teste p:nth-child(2) + p + p{
background: #111;
color: #fff;
}

E por fim, a questão: Por que utilizar esse monte de configuração, e não apenas colocar class ou id direto nas tags para fazer os efeitos?
Além de deixar seu código mais limpo e profissional, essas configurações fazem com que fique tudo automático, ou seja, no caso de você precisar adicionar mais tags, não precisará ficar se preocupando em criar mais código CSS e nem reconfigurar o que já foi feito. De longe, vale muito a pena.

Mas e quanto à aplicação, posso usar em qualquer lugar e com qualquer tag? Como disse no começo do post: SIM! Particularmente eu uso muito quando vou criar menus. Vamos pensar em um menu simples, como o abaixo:
Eu usei os atributos first-child e last-child para trocar o background do primeiro e ultimo link do menu de para cores diferentes. Muito interessante isso. Abaixo o código que usei para fazer este menu. Primeiro o HTML:
<div class="menu-post">
  <ul>
   <li><a href="#">Home</a></li>
   <li><a href="#">Sobre</a></li>
   <li><a href="#">Contato</a></li>
  </ul>
 </div>
Agora o CSS:
.menu-post{
width: 95%;
height: 40px;
background: #ddd;
margin: 10px auto;
border-radius: 10px;
-webkit-border-radius: 10px;
-moz-border-radius: 10px;
padding-left: none;
font-family: calibri;
text-transform: uppercase;
}

.menu-post ul li{
display: inline;
}

.menu-post ul li a{
float: left;
padding: 10.5px;
border-right: 2px groove #fff;
text-decoration: none;
color: #444;
margin-left: -1px;
}

.menu-post ul li a:hover{
background: #efefef;
}

.menu-post ul li:first-child a{
border-radius: 10px 0 0 10px;
-webkit-border-radius: 10px 0 0 10px;
-moz-border-radius: 10px 0 0 10px;
}

.menu-post ul li:first-child a:hover{
background: #F90;
}

.menu-post ul li:last-child a{
border: none;
}

.menu-post ul li:last-child a:hover{
background: #f0331c;
color: #fff;
}

Mas se você pensa que é só isso, você está infinitamente enganado. Existem muito mais configurações, algumas até mesmo que os navegadores atuais nem suportam ainda. Então, espero que tenham gostado e espero voltar em breve com o vídeo. Até mais.